quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Resenha HQ: As aventuras de Tintim; O Lótus Azul.


*Tintim e Milu encaram mais uma missão em O Lótus Azul. No último post que fiz sobre As aventuras de Tintim e seu criador Hergé tivemos uma breve introdução sobre o autor e sua criação. Nesta edição Tintim é inserido numa grande batalha para desbaratar uma gang de traficantes de ópio. Em 1934 e 1935 Hergé havia lançado o inicio desta aventura em uma versão em branco e preto, porém a história em sua totalidade fora publicada apenas em 1936 sofrendo com isso alguns ajustes e alterações no texto e desenhos, para só assim então ter sua versão totalmente em cores. Hergé traz elementos culturais com riquíssimos detalhes e mostra um enorme conhecimento geográfico que torna sua HQ extraordinariamente surpreendente. Hergé retrata a realidade de sua época para suas histórias com perfeição, as tensões entre China e Japão, a proliferação do ópio, e como não podia deixar de lado, a luta para combater organizações criminosas. Ele também faz alusões sobre a guerra dos Boxers (1899 – 1900), o massacre de Nanquim (1937), e a guerra Sino-Japonesa que vai do massacre até o final da Segunda Guerra. 


O pano de fundo de O Lótus Azul na verdade é a China e o Japão, Tintim está hospedado na Índia na casa de um Marajá de Rawhajpoutalah. Após a visita de um faquir Tintim é alertado para tomar cuidado com determinadas pessoas que estarão ao seu lado em breve. Neste mesmo dia um mensageiro de Xangai é atingindo por uma flecha envenenada que tem o poder de deixar as pessoas ligeiramente loucas, e revela em um “recado um pouco trocado” que Tintim precisa ir para a China. Chegando a Xangai começam os grandes altos e baixos do nosso repórter com pitadas de humor e sarcasmos tão bem representados por Hergé. Munido de algumas informações ele começa a juntar as peças desse quebra-cabeça e tenta interromper a todo custo esta organização criminosa.
Não pretendo descrever mais nada sobre a obra acima citada, pois tornaria minha resenha em um spoiller e não é esse o propósito do blog. Maravilhosamente elaborada O Lótus Azul é de longe uma das melhores histórias do nosso grande autor. (palavra de fã).


Esta semana teremos mais algumas postagens, espero que tenham gostado e aproveitem pra ler...

*Breve introdução feita sobre As aventuras de Tintim no post “O Ídolo roubado” publicado anteriormente. Segue link:




segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Resenha: Quem é você, Alaska? (título original: Looking for Alaska)



Quem é você, Alaska? traz a história de Miles Halter, um jovem que está cansado da vida que leva com sua família na Florida. Sem amigos, sem vida social e totalmente desestimulado do convívio familiar, decide morar em um colégio interno onde seu pai já havia estudado no estado do Alabama. Os pais perguntam por qual motivo ele está querendo ir para o tal colégio e Miles diz, citando o grande poeta François Rabelais, que ele precisava sair em busca de um “Grande Talvez”. Miles tem uma mania de memorizar últimas palavras. Ele lê biografias e memoriza as últimas palavras ditas por celebridades antes de morrerem.
Chegando ao colégio Culver Creek, Miles conhece seu parceiro de quarto Chip Martin o “Coronel” como era chamado. Um baixinho mandão que adorava ditar as regras, por isso era possuidor de tal apelido! O mesmo batizou Miles com o apelido de “Gordo” em homenagem a sua magreza. Apresentados, Coronel e o Gordo vão ao quarto de Alaska Young, uma jovem sedutora, inteligente, problemática e detentora dos melhores prazeres já experimentados pelos jovens de Culver Creek, cigarros e bebidas (isso claro às escuras). Como em toda maioria dos colégios, Culver Creek não era diferente. Miles conheceu Takumi e Lara posteriormente e juntos com Alaska e o Coronel viraram amigos inseparáveis
Venho ressaltar desde já que o livro está longe de ser um livro vazio e sem emoção, ou cheios de romance e baboseiras que estamos cansados de ler. O inverso disso tudo é uma história eletrizante, tensa e que nos deixa sem fôlego por alguns instantes e com boas doses de comicidade. O livro é traçado com uma bela divisão de capítulos, primeiramente de forma regressiva, começando pela ida de Miles para o colégio até o acontecimento “x” (que por sinal é a raiz da questão), e depois do acontecimento, o livro tem sua narrativa de forma progressiva, ou seja, levando-nos até o grande desfecho.
 Vários fatos a partir dessa junção acontecem e quando digo fatos, quero deixar claro que são, entretanto os memoráveis trotes aplicados por Alaska e outros episódios já vividos dento do colégio. Miles começa a ter por Alaska um grande desejo e admiração por sua inteligência e a forma com que ela decidia e comandava o grupo. Alaska era uma garota definitivamente decidida, extremamente instável e mandona que por sua vez trazia dentro de si uma bagagem de conflitos e questões que também gostaria que houvesse respostas “Como sairei deste labirinto?” ela se perguntava.
Uma boa verdade é que não temos muitos fatos relacionados ao convívio familiar de cada personagem ou relatos mais detalhados de suas identidades o que não tira pontos do John Green, pois seus personagens são sensacionais e cheios de identidade e a sensação que temos após o término de cada livro é de ficarmos um pouco órfãos. Ele deposita em seus livros algo que meche conosco, nos inquieta de maneira ímpar. Após alguns capítulos de Quem é você, Alaska? você não consegue fazer mais nada até saber o que irá acontecer. Sei também que essa é uma grande chave de leitura que se espera quando estamos lendo algum livro.  
A publicação lida para esta resenha do Quem é você, Alaska? é da editora Martins Fontes, edição já atualizada em 2014.


Agradeço o tempinho destinado a esta leitura e espero ter podido deixá-lo com vontade de ler esta obra! Até a próxima resenha 

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Resenha HQ: As aventuras de Tintim; Os Charutos do Faraó.


*Tintim e Milu estão juntos e mais inseparáveis que nunca. Eles ainda não sabem, mas estão entrando em uma viagem que trará grandes aventuras e muita dor de cabeça para eles. (rsrsrs). Tintim está bordo de um grande navio, desfrutando de um cruzeiro rumo ao Extremo Oriente, quando escuta o pedido de ajuda de um tripulante muito louco para que alguém possa ajuda-lo a resgatar um papel muito importante que esta voando dentro do navio, conseguindo salvar tal papel Tintim entrega ao senhor que se apresenta como Armando Silicone (você também verá o nome Philémon Siclone – dependendo do material publicado, o nome poderá sofrer alterações), egiptólogo. O mesmo avisa que estava indo ao Cairo procurar pela tumba do faraó Kih-Oshk, e convida nosso repórter a acompanha-lo. Tintim aceita sem hesitar. Porém a policia (os Dupondt) local que já estava infiltrada no cruzeiro espionando uma possível organização de tráfico recebe uma mensagem e descobre junto aos pertences de Tintim uma pequena caixa contendo ópio. Trancado no porão Tintim consegue uma forma de escapar do navio.
Em terra firme, ele encontra com o egiptólogo e ambos percorrem o caminho que possivelmente deverá levá-los a tal tumba, porém misteriosamente quando estavam fazendo a escavação o Senhor Silicone desaparece, Tintim junto com Milu encontram a passagem secreta onde o egiptólogo poderia ter entrado e descobre que o caminho o levará para algumas salas funerárias misteriosas e carregadas de charutos.



Capturado, Tintim é lançado ao mar junto com seu fiel amigo Milu. Após um bom período a deriva eles encontram o Senhor Silicone e juntos são resgatados por uma pequena embarcação. Já dentro do barco Tintim descobre um grande arsenal de armas escondidas no porão, onde repentinamente a polícia se revela e ele escapa novamente. Levado novamente à terra firme Tintim e seus amigos enfrentaram diversos contratempos em busca de respostas. Sem pretensão alguma Tintim encontra Rastapopoulos (ainda iremos ver muito este personagens em outras edições) gravando um filme bem no meio do deserto. Em meio a tudo isso a polícia (representados pelos Dupondt) ainda esta no encalço do nosso repórter.

Basicamente a trajetória percorrida nesta história tem a seguinte sequencia:

1.    O início quando Tintim se vê questionando sobre os charutos dentro das salas funerárias e aceita a aventura;
2.    A descoberta de possíveis facções, droga (ópio) e armas de fogo;
3.    Desfecho da história e a contribuição de Tintim com a polícia;


Como havia dito anteriormente não pretendo descrever mais nada sobre a obra acima citada, pois tornaria minha resenha em um spoiller e não é esse o propósito do blog. E não acaba por aqui, Os Charutos do Faraó abre caminhos e segue sequencia na próxima HQ de As Aventuras de Tintim “O Lótus Azul”.
Esta semana teremos mais algumas postagens, espero que tenham gostado e aproveitem pra ler...
Notas sobre a obra:
Os Charutos do Faraó teve sua primeira publicação em 8 de Dezembro 1932 no Le Petit Vingitième. Tiveram ainda várias modificações, acréscimos de personagens entre outras alterações editorias assim como outras publicações e só apenas em 1955 ganhou o colorido que os demais álbuns já haviam ganhado.

Obrigado Galera e até a próxima...

*Breve introdução feita sobre As aventuras de Tintim no post “O Ídolo roubado” publicado anteriormente.


terça-feira, 14 de outubro de 2014

Resenha: A culpa é das estrelas


Oi galera! Demorei um pouco nesta postagem por alguns motivos mas desde já gostaria de agradecer aos visitantes do blog. Hoje  falaremos sobre A culpa é das estrelas (título original: The fault in our star)
Uma coisa que ficou em minha mente entre tantas outras coisas foi a de passar a ver a palavra “ok!” com outros olhos, (risos) e acredito que para muitas outras pessoas também. A culpa é das estrelas assim como o livro Querido John foi um livro que foi muito falado e especulado e são eles, aqueles livros que você praticamente é forçado a ler, entretanto morre de medo de não gostar ou de não ser tudo isso que falaram. Em A culpa das estrelas de John Green, prevalece uma forma bem elaborada de história e a leitura é muito fluida e quando você menos espera o livro acaba. Mas porque isso acontece? Quantos livros e filmes partem do pressuposto de uma doença incurável? Quantos livros abordam essa narrativa já tão explorada? Mais uma vez não venho aqui levantar bandeira de livro (a) ou (b), venho apenas relatar uma experiência a partir de um livro tão falado e que eu já estava me sentido um E.T. por ainda não ter lido. Não que eu seja uma pessoa influenciável e que as pessoas tenham forças em minhas decisões. Entretanto eu já estava me incomodando pelo fato de estar na ignorância total de tal leitura.
Vamos começar então? A história narra o romance (também encontro) de dois adolescentes com históricos de câncer em estágios diferentes e em locais diferentes (isso é importante ressaltar). Hazel Grace nossa personagem principal carrega dentro de si a determinação que é esperada em uma pessoa que é diagnosticada com câncer. Bem o simples fato de ter câncer não tira dela sua vontade de viver, ler, usar seu All Star e tirar suas próprias conclusões sobre sua doença e ser alvo de suas afiadas ideias de ver o câncer de tireoide com metástase nos pulmões. Já seu amigo/namorado Augustus Waters (ou simplesmente “Gus”) é magro e tem segundo Hazel um sorriso ligeiramente de cafajeste e andar idem. Ele gosta de música, livros e games. Ele também é portador de câncer (osteossarcoma) e esta em remissão a algum tempo, e assim como Hazel, aproveita cada minuto de sua vida.
Eles se conheceram no grupo de apoio que ficava na igreja local ambos têm um círculo bem reduzido de amizade e isso faz que a amizade entre eles se estreite a cada dia. Os dois começam a fazer parte de uma história que as estrelas fizeram questão de unir. Em algumas trocas de experiências sobre leitura, Hazel fala para o Gus sobre um determinado livro cujo autor julgava ter acabado, mas não aos olhos dela. Determinados a buscar respostas para o final do livro os dois embarcam para a Holanda e lá chegando suas vidas e expectativas sofrem uma grande reviravolta e os dois acabam voltando frustrados para Indiana cidade onde moram. Até então tudo estava sobre controle até que um deles sofre uma recaída na doença e eles já não conseguem ter controle de mais nada. 
Um livro pode ser uma ponte para o conhecimento de um determinado assunto. Não foi diferente em A culpa é das estrelas. Já não sei até que ponto posso avançar nas explicações ou se estaria dando um spoiler portanto, paro por aqui.

Agradeço a leitura e desde já estou avisando que esta semana teremos mais post... 
Obrigado Galera!


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Resenha HQ: O ídolo Roubado


Breve introdução sobre As aventuras de Tintim e seu criador.

Tintim foi criado por Hergé (1907 a 1983) pseudônimo artístico de Georges Remi (nascido em Etterbeek – Bélgica). Artista gráfico e imaginativo criou em 1928 um herói de banda desenhada que ia de contra aos parâmetros da época. A primeira aparição de Tintim foi em 1929. Antes mesmo de virar uma revista em quadrinhos Tintim podia ser visto em um jornal local belga onde eram publicadas apenas algumas tirinhas em um de seus cadernos semanais. A inspiração para Tintim veio, segundo declarou Hergé, do seu irmão Paul, apesar de que este assunto ainda gera polêmicas até hoje. Muitos dos principais personagens retratados nas suas histórias eram baseados em pessoas de carne e osso. Tintim nasceu em 1929. Conhecido como o Walt Disney Europeu, Hergé criou diversos personagens além de Tintim, tais como Jo, Zette e Jocko. Hergé também criou Quim e Filipe (Quick et Flupke), dois meninos miúdos que vivem aventuras urbanas. O estilo impecável de Hergé e o soberbo uso de cores levou-o a ser aclamado internacionalmente bastante tempo após a Segunda Grande Guerra, pois com o fim desta guerra, ele passou a ser censurado devido às suas ligações com o Nazismo, especialmente com o líder nazista belga Léon Degrelle.
Os álbuns de Tintim, como os de outros personagens criados por Hergé, são lidos em mais de 40 línguas pelo mundo fora. Seu estilo influenciou a criação de outros personagens mais famosos dos quadrinhos, como (Astérix, Lucky Luke, Blake & Mortimer e muitos outros). Os álbuns com histórias completas são um marco no desenvolvimento de histórias em quadrinhos. Os álbuns de Tintim são de uma precisão incrível, com todos os detalhes minuciosamente cuidados.

Resenha:

Após ouvir sobre um ídolo raríssimo que havia sido roubado do Museu Etnográfico Tintim começa a investigar o caso fazendo uma breve pesquisa na biblioteca, pegando as informações necessárias sobre o tal ídolo. Na manhã seguinte ao roubo, o ídolo misteriosamente foi devolvido ao local de origem. Mas o que levaria uma pessoa a devolver tal artefato? Logicamente após uma pequena observação Tintim descobre que aquele não era o artefato original. A polícia encerra as investigações e Tintim querendo obter mais informações sobre o caso não avisa ao delegado que aquele ídolo devolvido não era o objeto roubado, decidindo assim seguir as pistas por si só.
Diante das evidências Tintim lê em uma pequena nota de jornal sobre uma misteriosa morte de um escultor que podia estar relacionado ao desaparecimento do ídolo original. Ele vai até a casa onde o escultor morava a fim de encontrar alguma pista sobre sua morte. Lá, Tintim confirma o que ele já havia previsto. Após algumas perguntas a uma moradora sobre o escultor ele descobriu que havia ainda em seu apartamento alguns objetos de arte, três ratinhos brancos e um papagaio. O escultor provavelmente teria sido morto após esculpir a réplica do ídolo, e para não abrir a boca sobre o roubo, ele teria sido assassinado. Mas quem não queria que ele falasse? A moradora perguntou a Tintim se ele não gostaria de ficar com o papagaio ele diz que não e vai embora.  Quando estava no meio do caminho Tintim teve um estalo e achou melhor ficar com o bicho, pois sabendo que ele havia presenciado a morte de seu dono poderia dar alguma pista para ajudar no caso. Tarde demais, o papagaio já havia sido entregue a outra pessoa minutos antes de Tintim chegar.
Começa agora a busca para encontrar a tal pessoa que levara o bicho. Mil coisas acontecem até que Tintim encontra uma forma de obter a informação que precisa. Sabendo agora onde procurar ele embarca para a América do Sul, mais precisamente em Las Dopicos, capital da república de San Teodoro. Lá, a vida do nosso repórter e de seu fiel amigo Milu não será nada fácil.
As histórias de Tintim carregam uma bagagem muito grande sobre os problemas sociais e Hergé retratava isso muito bem em suas histórias. Nesta história podemos contemplar de como era o poder dos generais, seus desmandos e o peso de suas patentes. O ídolo roubado teve sua primeira publicação em 1945 pela Editions Casterman S.A. – Bélgica, e só aí podemos ver a grandiosidade da coragem em trazer temas com cunho histórico tão significativo.
Curiosidades:

Impressionante quando uma obra consegue reunir tantos elementos em uma só revista. Lembro-me quando era mais novo, eu assistia As aventuras de Tintim pela TV Cultura e já ficava maravilhado com as histórias do nosso repórter. A esfera que envolve as histórias de Tintim é simplesmente sensacional e ao mesmo tempo tão atual, pois à medida que a lemos notamos que muitos dos problemas relatados ainda perduram em nosso sistema social de outra forma claro, mais mascarada e com uma nova roupagem.    

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Livros e Mangás lidos em Setembro e Novidades para Outubro.

    

Chegamos a mais um fim de mês. Goodbye, Setembro - Welcome Outubro. Infelizmente não li tanto quanto eu deveria ter lido e nem tanto quanto eu gostaria. Espero que no próximo mês eu possa ler bem mais e espero poder compartilhar com vocês também. Pois é, para Outubro vou iniciar as leituras com as HQs de As Aventuras de Tintim. Entre um livro e outro pretendo intercalar com a leitura de várias histórias do nosso repórter investigativo Tintim e seu cão fiel Milu! Teremos também livros de John Green, R. J. Palacio, Hergé, entre outros...

Fiz um pequeno resumo das leituras feitas no mês de Setembro:

  • O Chamado do Cuco – Autor: Pseudônimo Robert Galbraith/ J.K Rowling.
  • O Sobrevivente – Autor: Gregg Hurwitz
  • Invisível – Autor: Andrea Cremer e David Levithan
  • David Copperfield – Charles Dickens
  • Mangá Loveless – Autor: Yun Kouga
Etão é isso. Trabalhos iniciados a partir de já. Estarei como sempre postando novidades, leituras, eventos e tudo relacionado ao mundo da leitura. Obrigado mais uma vez por curtirem o blog, divulgar e compartilhar.

Abraço e até a próxima!




Resenha: David Copperfield


Esse mês foi produtivo!

Resenha – David Copperfield.

     Este basicamente não era um dos livros que eu havia separado para ler neste mês de Setembro. Porém, o selecionei no meu curso de inglês e não me arrependi!

     A história se passa na Inglaterra, início do século XIX. David Copperfield é um garoto órfão que foi criado por sua mãe e sua criada Peggotty. Sua mãe se casa com um rude homem chamado Sr. Murdstone que por sinal têm uma irmã tão rude quanto. Após algumas desavenças entre padrasto e enteado, David o morde e por esse motivo é enviado para um colégio interno decadente chamado Salem House onde os garotos eram maltratados pelo Sr. Creakle. Lá ele faz amizade com Tommy Traddles e o aristocrático James Steeforth.
     Após sofrer uma complicação no parto, a mãe de David morre e ele é enviado para trabalhar em uma fabrica de vinhos em Londres. Após muito trabalho e muitos problemas David decide fugir e procurar pela última pessoa de sua família, sua tia. Ele a encontra e conta sua triste trajetória e ela o protege e deixa o morar com ela. David começa a estudar e recebe o amor de sua tia e entra para a fase adulta enfrentando alguns dilemas necessários para tornar-se homem. Ele começa a trabalhar e nesse meio tempo se apaixona por duas vezes.
     Basicamente a obra é dividida em três partes sendo a primeira a infância de David, a segunda é a sua libertação quando o mesmo vai morar com sua tia e por final a terceira, é quando ele entra para a fase adulta incluindo o profissional e o lado amoroso.
    Charles John Huffan Dickens é um celebre autor que trazia a magnitude do cotidiano para suas obras. Nasceu em Landport – Portmouth, Inglaterra. Dickens é ressaltado pela forma magnífica de como ele conseguiu retratar a sociedade inglesa daquela época e um dos mais populares romancistas da era vitoriana. Retratou como poucos uma sociedade cheia de vícios, mazelas e virtudes. Entre seus maiores clássicos estão David Copperfield e Oliver Twist.

    O livro utilizado por mim para leitura e composição desta resenha foi publicado em versão original em Inglês de forma mais compactada pela editora Oxford.